domingo, 29 de agosto de 2010


A porta se abre, revelando a sala na penumbra.
Iluminada apenas pela luz de tv. Ela pode vê-lo de costas, sentado no sofá, com a cabeça apoiada displicentemente no encosto do mesmo. Ela sorri... Sentia uma emoção tão intensa quando o via, mesmo depois de quase dois anos juntos. Um frio na barriga, como se fosse a primeira vez.
- Ocupado? – sussurra
- Pra você, não. – Podia sentir na voz dele, um breve sorriso. – Acordou de repente?
- Não sei dormir sem você do meu lado – Graceja e caminha até o sofá, inclinando-se e abraçando ele pelas costas. Beija-lhe a nuca...
- Hummmm, isso é bom.
-É? – sussurra... - - rs
- Vem aqui...
Ela contorna o sofá e para na frente dele. Vestia um roupão preto, amarrado na cintura.
Ele, sem camisa, com uma calça escura... Apenas isso.

Ela coloca as mãos na cintura.
- Gosta do que vê?
- Talvez... – provoca ele – Muito longe para eu poder avaliar – ele sorri malicioso e bate na própria perna – quer sentar, princesa?
Ela aproxima-se, erguendo o roupão e sentando-se na ponta dos joelhos dele. A pele dele era quente. A pele clara dele contrastava com a morenisse dela... Ela gostava daquilo. Daquele contraste. Homem, mulher... Macho, fêmea...
- Assim ta melhor? – zomba
Ele, num gesto inesperado, a puxa pela cintura, colando-se nela. Encaixando seus corpos. Ela prende a respiração por uns instantes. A pele arrepiava toda. Seu rosto, um pouco mais acima do dele, onde os lábios de Jason encostavam apenas no seu queixo... Ou no pescoço... Ou também nos seus...
-Agora sim, muito melhor, princesa. – ele sussurra enquanto desamarra o laço que prende o roupão dela. – sabe como me sinto quando faço isso?
- Não... - ela sussurra, já um tanto ofegante.
- Como um garoto que acaba de ganhar o seu presente de Natal – ele sorri desnudando um ombro dela. Passa a mão, descendo apenas esse lado do roupão. Beija-lhe a pele exposta. – Sei o que tem dentro do pacote, mas abri-lo me excita...
- Ainda lhe excita? – No tom de voz dela, ele pode detectar uma pequena ponta de insegurança. Olha nos olhos verdes da mulher a sua frente. Firme.
- Pra sempre... – Ele a puxa pela nuca e cola os lábios aos dela. Sedento... As línguas se encontram e neste momento toda e qualquer dúvida que ela trazia na sua mente, se dissipa em instantes. Só conseguia pensar agora nele. No calor da boca dele, nas mãos dele segurando-lhe a cintura e a nuca...
Durante o tempo que eles se beijam, numa fome quase que desesperada, ela acaricia-lhe as costas com a mesma ânsia que a boca devora a dele. Ele ri.
- Devagar, pequena... – sussurra, já traçando uma trilha de beijos pelo pescoço e colo.
- Tenho pressa – ela retruca ofegante. Suas mãos estão agoranos ombros dele e ela passa a inclinar seu tronco para trás, oferecendo os seios claros ao contato da língua quente. Sentia-se derreter a cada toque...
A única peça que ela vestia vai caindo, conforme ele ia lambendo-lhe toda. O corpo dele suava, já excitado. Sentada naquela posição, ela também pode notar isso. Sorri e voltando a posição inicial, desce as mãos, indo em direção aos botões da calça dele.
- “Isso” me pertence? – Ela brinca enquanto abre-lhe a roupa.
- Sim... Assim como o resto do meu corpo e minha mente – ele responde mais excitado ainda. A expectativa das mãos dela sobre seu corpo completamente vestido lhe causava pequenos arrepios pelo corpo. – Vai acabar com a nossa diversão se não se controlar, moça...
Ela apenas sorri com malicia.
Ele geme baixo e mais uma vez suas bocas se encontram. E suas mãos, tanto as dela, quanto às dele, buscam aumentar a tensão entre seus corpos, antes de concretizarem o que mais desejavam...
- Preciso de você... – ela exclama entre beijos e gemidos, quando sente os dedos dele penetrarem seu corpo. – Agora... – Mordisca-lhe os lábios.
- Ainda não...
– Simmm... –
Ainda entre beijos e gemidos, num movimento rápido, ela ajeita-se sobre o membro e senta-se, encaixando seus corpos e gemendo mais alto, numa mistura de dor, prazer e quase alivio...
Imediatamente passa a movimentar-se sobre ele. Numa cadeia seqüencial de movimentos. Ritmados... Suas bocas ainda se encontram.
Lambendo, mordendo, gemendo e sussurrando palavras espaçadas, uma a outra.
Ele lhe apertava a cintura, acariciava os seios, querendo excitá-la mais e mais.
Ela se movimenta sobre ele, agora já quase sem controle sobre o seu corpo...
Juntos, entre beijos, mordidas, arranhões e lambidas, movimentando-se os dois numa perfeita simetria, eles chegam ao êxtase.
Após o clímax, ela deita a cabeça no ombro de Jason. Era sempre assim entre eles. Ainda encaixado dentro dela, jason ergue-se do sofá, com ela no colo.
Ele tinha uma idéia clara de que iria repetir aquilo mais tarde. E Jason queria fazer isso com ela, para sempre...
- Amo você, Jay... - Ela ha os olhos verdes fechados e um sorriso bobo no rosto. O corpo ainda trêmulo como sempre ficava, quando ele a levava êxtase.
– Também amo você, pequena princesa
Entram no quarto e batem a porta...
Descansariam um nos braços do outro, da forma mais perfeita que Emily poderia desejar...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Coisas que lembram a minha infância:

# Shampoo da Mônica ( aquele cheirinho não tem coisa igual)

# She-Ra e Caverna do Dragão ( porque eu não conseguia ficar assistindo Ursinhos Carinhosos)

# Esquadrão Relâmpago Changeman ( da época que ser colorido era coisa apenas de seriado Japa)

# Menina-Flor ( A boneca mais fofa que eu tive)

Hoje as crianças não tem esse tipo de memória. Uma pena!
Perdeu-se tanto da magia da infância... Todos querem crescer rápido.

Saudades do Gancho, do Tic-Tac ... e do Peter Pan

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

30 de Setembro de 2009.
Querido...
O que começou com uma conversa boba e sem segundas intenções se tornou um segredo compartilhado por duas únicas pessoas.
Um segredo que constitui princípios, mesmo quando não leva nenhuma gotícula do que seria efetivamente moral diante dos olhos alheios.
Ousamos nas palavras, desafiamos um ao outro, provocamos imaginações, sorrisos, olhares...
Comentei sobre não gostar de pessoas com o ego demasiadamente elevado, pessoas que sabem o que querem e que buscam conseguir mesmo quando são alertadas sobre o não poder. Algo como o dever ser e tudo mais.
Ainda posso recordar da resposta... algo que me fez, talvez pela primeira vez na vida, não saber o que dizer.
“Talvez você mude seus gostos” e, além disso, estipulou um prazo: “Dois dias...”. E eu ri, sem saber que quando o fazia, concordava com essa frase insolente e pretensiosa. Eu os mudei.
Você os mudou e depois disso foi uma questão de dias, horas, minutos e talvez segundos.
Foi questão de uma única palavra, foi questão de um único sorriso.
Não que fossemos desconhecidos, mas não consigo recordar-me de ti desta forma, talvez porque algo sempre ofuscasse seu brilho, talvez porque eu jamais imaginei olhar para você como olho atualmente.
Não é amor, paixão ou desejo.
É carinho. Ternura de quem reconhece a felicidade dentro de si mesmo, felicidade ocasionada por ti. Poderia ser qualquer pessoa, uma que conhecesse há anos, outra que fosse completamente desconhecida e sem vinculo algum, mas foi você. Foi você que me fez fechar os olhos para tudo o que eu achava literalmente moral e embarcar em uma aventura.
E em pensar que você sempre esteve tão perto...
Tenho que confessar que não esperava carinho, não mesmo. Algo automático, sem emoção, mas foi quase como na maioria dos filmes que, entre carícias, assistimos ao longo da noite. Carinhos inocentes, outros nem tanto. Beijos, corpos, abraços e respirações. Ríamos do nada, mas não era um nada incompreensível, era um nada que habitava cada pensamento, os meus e os teus. Pode parecer patético, mas eu me senti bem ao seu lado. Sem inibições, sem segredos, sem medo algum.
Teu perfume, dias depois, ainda está em mim, ainda me faz sorrir, isso quando você mesmo não rouba um sorriso meu.
Do que eu falo?
De alguém que no dia seguinte não me ignorou. Que hoje me deu um sorriso suficientemente lindo para que eu pudesse encarar os próximos dias que, longe de ti, mas complicados serão. Eu sei que falamos sobre liberdade, felicidade, confiança...
E eu estou honrando cada um destes requisitos, assim como você. Tenho medo, não posso negar...
Há algumas coisas que quando deito me atormentam, mas aconteça o que acontecer, ficaremos bem.
Sim, ficaremos no plural... Eu e você.




Com carinho... Me.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Era final de verão de um ano qualquer.

Ela tinha 17 anos.

Talvez por odiar verão, calor e praia, e estar na praia, no calor e não poder fugir do verão, que tudo propiciou o encontro deles.

Ela estava numa praia qualquer, no interior do estado. E, ao invés de ir com todos curtir o mar, ela preferia ficar à sombra, na rede, com um livro no colo e óculos escuros enterrados no rosto. E foi assim que se conheceram. Ele estava no chalé do lado. E sempre que passava, seus olhares se cruzavam. Ela chegava a prender a respiração e se esconder atrás do livro.

O assunto entre eles começou de forma casual. Um encontro no supermercado local. Ela com sacolas, ele prestativo “carrego pra você”...

Conversas espaçadas... Sorrisos furtivos... Um convite pra passear na areia...

“ Não gosto de sol ” – ela disse, um tanto assustada “ tudo bem, eu também não... À noite”.

Foi o primeiro de vários passeios ao luar. Ela já aguardava ansiosamente vê-lo ao entardecer. Sabia que o queria, apesar de ter plena consciência de que talvez nunca mais o visse. Assim, passaram duas semanas, e ela tinha apenas mais duas antes de voltar para a sua vida real. Contou isso a ele, com tristeza na voz. Ele nada disse, a não ser que queria que ela fosse jantar com ele no outro dia, ver filmes, ouvir música... Ou qualquer outra coisa que ela quisesse. Ou nada que ela não quisesse.

E ela foi. Ouvia a música incrivelmente sensual que invadia a casa. E ele cozinhara. E eles conversaram e riram muito. E, tão natural como o ar que respiravam juntos, eles se beijaram, uma, duas, três vezes. E, naquele momento, ela soubera que ele seria o primeiro de sua vida. Que o fato dele ser 8 anos mais velho que ela, de ter uma vida estável, num mundo que não lhe pertencia, naquela noite nada significava. Ali eles eram um só. Uma comunhão de pensamentos, desejos, vontade. E ele fez dela, uma mulher naquela noite e nas noites seguintes, até o verão acabar. E o verão, naquele ano, passou rápido...


*Baseado em Fatos Reais

Um Conto sem Fadas – Parte II

Era uma vez uma Estrela. Dourada, brilhante. Tão brilhante que outras estrelas menores ou menos radiantes, se aproximavam dela para aproveitar de sua luz. Naquela imensidão azul, esta estrela clareava tudo e a todos a sua volta. Era impossível não se fascinar pelo seu encanto, sua intensidade, sua beleza. Tão generosa, amorosa e feliz.

Neste céu gigante existia também um Asteróide. Um do tipo escuro, triste e que, atraído pela luminosidade daquela gigantesca Estrela dourada, aproximou-se. Cada vez mais.

Todos sabiam que asteróides não produziam “luz”, por isso todas as demais estrelas sabiam que aquele Asteróide só estava ali para usufruir o calor e da claridade daquela estrela.

Para isso, o asteróide ofereceu-lhe boa vida, amor eterno, prometeu-lhe a alma, jurando não querer nada em troca, a não ser a recíproca verdadeira. E ele soube encantar. Fazer-se amar.

Por algum tempo, a Estrela achou-se imensamente feliz, abrigando seu amor. Por algum tempo, o Asteróide absorveu a energia vital.

Um dia, já enjoado da vidinha rotineira de viver ao lado daquela Estrela e achando que já absorvera luz suficiente para si, o Asteróide resolveu parti, magoando de forma brutal a Estrela apaixonada. Ela ficou tão triste, que perdeu o brilho, o viço, abateu-se e achou que iria apagar-se. Queria se apagar.

As estrelas menores então, vendo que aquela estrela linda morreria, reuniram-se e unidas, passaram a iluminar a amiga triste. Motivavam-na a brilhar, enxugavam suas lágrimas.

Já o Asteróide, depois de vagar garboso, exibindo um brilho que não era seu, notou que estava apagando. Cada vez mais rápido. Pensou em aproximar-se de outra estrela, mas nenhuma das que achou eram tão luminosas e douradas quanto aquela que abandonara.

O tempo passava e a Estrela, agora auxiliada pelas estrelas menores, passou a sorrir novamente. E seu brilho voltou. Claro que, no fundo, ainda sentia falta daquele miserável, pois não se escolhe quem se ama, mas aprendia dia-a-dia, que podia brilhar novamente sem ele.

Foi então que o viu de novo. Depois de algum tempo. E ele implorava que ela o aceitasse novamente. Que ele não era nada sem ela e que, a partir de hoje, tudo seria diferente. As pequenas estrelas gritaram que “não”, avisaram, disseram à Estrela que nada seria diferente, que ele usaria da sua luz intensa e lhe abandonaria mais uma vez. Mas a Estrela, já quente da presença dele, brilhou mais intensa e grandiosa e o aceitou. E disse que por mais que soubesse quem ele realmente era, Ela não brilharia da mesma forma e não seria feliz se não tivesse seu Asteróide usurpando-lhe o brilho. E eles se juntaram mais uma vez.

E assim, de momentos de intensidade juntos, a momentos de solidão fosca... Eles viveram...

Fim.


*Baseado em Fatos Reais²


Eu te amo ♥

terça-feira, 24 de agosto de 2010

"...Que o mundo compreendeu...
E o dia amanheceu...
...Em paz"

Um Conto sem Fadas

Era uma vez, num reino distante, uma rainha. Esta rainha era bela, inteligente, interessante, mas apesar de todas essas e outras inúmeras qualidades, a rainha não tinha um rei. Não por falta de pretendentes à altura de sua posição de rainha. Mas nenhum deles mexia com ela, de verdade. Nenhum deles lhe despertava sentimento algum.

Numa noite de lua nova, chegou ao reinado uma trupe de saltimbancos, prometendo trazer ao povo e ao reinado, noites de diversão e interminável magia. Nesta caravana havia um belo homem mascarado. Ele era conhecido como Cigano. Este Cigano tinha os cabelos negros reluzentes, olhar intenso e de alguma fora, aquele simples Cigano lhe despertava tantas sensações desconhecidas que ela esqueceu-se de sua posição de rainha e entregou-se a sedução declarada do estranho cigano.

Ela o arrastou ao seu castelo e lá, por dias e noites seguidas, eles desfrutaram emoções, toques e sabores que ela jamais experimentara. Aproveitaram prazeres inexplicáveis. Era notório o entendimento dos dois. Para ela, a Rainha, ele, aquele belo e estranho Cigano, não era um estranho e sim, um Rei. Queria transformá-lo em dono absoluto de tudo aquilo que ela possuía e de muito mais do que seu corpo, mas dono de sua alma.

Todas as vezes que ela propunha a ele o lugar de destaque ao seu lado, ele apenas ria.

E o tempo foi passando. Tão rápido, mágico...

Até que um dia, a lua tornou-se minguante e a Caravana partiria.

Naquele dia, como se previsse o inicio do fim, ela acordara com um aperto no peito, a boca seca. Recebeu dele o mais intenso beijo e o mais profundo abraço. E depois o viu fazendo as malas. Não podia acreditar que ele iria abandonar tudo aquilo que ela oferecia para voltar à estrada. Pediu que ele ficasse. Implorou, chorou.

Mas o Cigano, alma livre, apenas lhe disse que jamais a esqueceria, que ela fora realmente à única rainha da sua vida, mas que ele era preso a outras histórias, a outras vidas e não poderia tornar-se seu rei. Reuniu suas coisas, beijou-lhe os lábios molhados e partiu. Sem olhar para trás. Assim como chegou, se foi, carregando em uma das carroças, mais do que trouxera. Pois a Rainha lhe dera seu bem mais precioso. O seu coração.

E eles viveram para sempre. Fim...


*Baseado em fatos reais.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010


Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar

Que o nosso amor pra sempre viva
Minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será

Palavras apenas
Palavras pequenas
Palavras...


Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar

Que o nosso amor pra sempre viva
Minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será

Palavras apenas ... Palavras pequenas... Palavras, momentos...

Palavras, palavras... Palavras, palavras... Palavras ao vento

"Comovo-me em excesso, por natureza e por ofício.

Acho medonho alguém viver sem paixões"

Graciliano Ramos
To ausente, eu sei... Mas tantos sentimentos conflitantes e a saudade...
Porra, essa parece ter se alojado aqui dentro e simplesmente... abafou a minha inspiração.
Eu não sei...
Mas to tentando, juro que eu to.

Em 28 de Junho você entrou lá...
Em 21 de Julho você saiu de lá...

E agora ficou só o silêncio, no lugar da sua gargalhada...



segunda-feira, 21 de junho de 2010

Foi lendo um post da minha boneca, que decidi escrever isso. Minha personalidade raramente me permite falar sobre esse assunto. Talvez porque meu cérebro entenda que, se você não pensa, você sofre menos.

Enfim, vou falar do homem da minha vida.

Todas as minhas melhores, e piores lembranças, da infância tranquila, da adolescência introspectiva, a fase adulta responsável e madura. Em todos os momentos que eu lembre, ele esteve presente.

Me comprava gibis, mesmo quando eu não sabia ler, porque ele também era fã de quadrinhos. Me acordava, todas as manhãs, pra me levar pra escola e respeitava sempre o fato de que eu fico mal humorada se falar logo que acordo. Parava o carro no portão do colégio e esperava o beijo, mesmo que algumas vezes um tanto sonolento, antes de ir pro trabalho. Era ele que aliviava a minha "barra" quando a minha mãe queria pegar pesado, pra eu não ficar mimadinha como filha única.

Lembro que, a única vez que me bateu, foi o que minha vó chama de "tapinha de levantar pó", que doeu mais nele do que em mim, mas eu chorei tanto, tão sentida pelo tapa, que ele chorou junto e pediu desculpas.

Me ensinava matemática. Me colocava de castigo quando eu não me saia bem. Sem ver a novela, mas desenho tava liberado, porque ele também via, né? Deitava na minha cama e dizia: “Sabia que te amo?”.

Me buscava nas festinhas, mesmo que precisasse ficar esperando horas na rua, no frio, dentro do carro dormindo.

Me ensinou algumas malandragens da vida e brincava dizendo que era a herança que ia me deixar um dia.

Bom, um dia... Ele realmente me deixou.

E eu sei que a gente brigava, a gente ria, a gente discutia... Fosse por política, religião, futebol (ele colorado, eu gremista)... Mas havia tanto amor, tanto carinho, tanta compreensão. Ele me entendia com um olhar. E eu sempre sabia quando tava tudo bem.

Lembro da mulher dizendo “Infelizmente, ele não resistiu”. Posso lembrar então perfeitamente minha ida ao cartório registrar o óbito, depois ir na funerária, tentar comer algo... A despedida. A primeira noite sem esperar você chegar em casa. Sem ouvir você chegar assoviando. Sem o beijo e o abraço. " Ele não resistiu!"

E eu, pai? Eu tive que aprender a resistir e seguir sem você. Mas porra, às vezes bate uma saudade... Porque o melhor pai do mundo, não se compara ao meu pai! Ele era muito mais. Era o homem da minha vida...

Pra você, pai. A primeira música que eu cantei, lembra? Você que me ensinou. E ria quando eu cantava, com um aninho, Todo orgulhoso. Então... Pra você...

"O Coisinha Tão Bonitinha Do Pai ... O Coisinha Tão Bonitinha Do Pai.

Você Vale Ouro, todo O Meu Tesouro, Tão Charmosa Da Cabeça Aos Pés... Vou Lhe Amando, Lhe Adorando... Digo Mais Uma Vez... Agradeço A Deus Por Que Lhe Fez... O Coisinha Tão Bonitinha Do Pai.“.

domingo, 20 de junho de 2010

Poxa, já contei que sou fã desses dois?
AMO SUPERNATURAL!

Já assisti as 5 temporadas e estou aguardando ansiosamente a 6ª.


Sugestão: quem nunca viu... faça!
Não vai se arrepender.

Nosso primeiro jogo de futebol juntos!

Temos agora uma rotina divertida aos finais de semana.
Ele passa o dia aqui em casa.
Hoje assistimos o jogo abraçados no sofá.
E pode parecer ridículo, mas é tão gostoso!
Beijos, abraços, gols, cartões, namoro...


Boa copa pra quem curte!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

" Eu sou lúcida na minha loucura, permanente na minha inconstância, inquieta na minha comodidade.

Pinto a realidade com alguns sonhos, e transformo alguns sonhos em cenas reais.

Choro lágrimas de rir e quando choro pra valer não derramo uma lágrima.

Amo mais do que posso e, por medo, sempre menos do que sou capaz.

Busco pelo prazer da paisagem e raramente pela alegre frustração da chegada.

Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto mais. Mas não me leve a sério, sei que nada é definitivo. Nem eu sou o que penso que eu sou. Nem nós o que a gente pensa que tem..."

Martha Medeiros

Céls... eu penso por que ela tem que ser tão perfeita? Por que tem que escrever coisas tão incríveis? Por que ela tem que descrever tão bem e de forma tão fácil, as coisas que se passam dentro de todas nós.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Tava vagando pela internet e achei um texto incrível. Martha Medeiros, obviamente.
Sente isso:


" ...eu sou feita de sonhos interrompidos, detalhes despercebidos, amores mal resolvidos.
Sou feita de choros sem ter razão, pessoas no coração, atos por impulsão.
Sinto falta de lugares que não conheci, experiências que não vivi, momentos que já esqueci.
Eu sou Amor e Carinho constante, distraída até o bastante, não paro por instante.
Já tive noites mal dormidas, perdi pessoas muito queridas, cumpri coisas não-prometidas.
Muitas vezes eu desisti sem mesmo tentar, pensei em fugir, para não enfrentar, sorri para não chorar.
Eu sinto pelas coisas que não mudei, amizades que não cultivei, aqueles que eu julguei, coisas que eu falei.Tenho saudade de pessoas que fui conhecendo, lembranças que fui esquecendo, amigos que acabei perdendo... Mas continuo vivendo e aprendendo."

Simplesmente... Perfeito!
Eu!
Bom, segunda fria, mas aparentemente sem chuvas.
Mais uma semana de trabalho.
Mas o finde foi ótimo, então compensa...

Que todos lembrem dos seus objetivos...
Seguindo a série: Música para o Dia dos Namorados... Essa aqui é da minha Duh. Sempre lembro dela... Minha Boneca...

Preciso Dizer Que Eu Te Amo

Cazuza

Quando a gente conversa
Contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer
Me dá um medo, que medo

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
É, eu preciso dizer que eu te amo tanto

E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar do teu lado
Você me chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
E nessa novela eu não quero
Ser teu amigo

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
É, eu preciso dizer que eu te amo tanto

Eu já nem sei se eu tô misturando
Eu perco o sono
Lembrando em cada riso teu
Qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira
A noite inteira

Eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo tanto


domingo, 13 de junho de 2010

Música para o "Dia dos Namorados"



Antes das Seis
Renato Russo

Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor

Vem e me diz o que aconteceu
Faz de conta que passou
Quem inventou o amor?
Me explica por favor

Daqui vejo seu descanso
Perto do seu travesseiro
Depois quero ver se acerto
Dos dois quem acorda primeiro

Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor
Quem inventou o amor?
Me explica por favor

Enquanto a vida vai e vem
Você procura achar alguém
Que um dia possa lhe dizer
-Quero ficar só com você

Quem inventou o amor?

Para todos os apaixonados!

O nosso primeiro Dia dos Namorados.

Porto Alegre, 13 de junho de 2010

rs

Bom, estamos juntos, realmente juntos, desde a semana passada.
As sensações são muitas.
Alegria, felicidade, preocupação...
Ele simplesmente fez as malas e veio. Louco? Talvez...
Durante os dois anos e muitos meses que nos conhecemos, eu sempre disse que amava muito mais. Que meu amor era infinitamente maior. Comprovadamente maior.
Bom...

Um dia, aquele outro ser, o ser amado, diz... " Vou largar tudo que tenho e ir ficar com você!"

Pensei: " Caralho! Será?"

Dia 02/06/2010 eu busquei o meu príncipe no aeroporto. Com uma mala, uma mochila e um XBox nos braços. E um sorriso de menino no rosto.
Dizendo o quanto me ama. Que não vive sem mim...

Dai hoje, eu penso:
Será que eu seria capaz de largar o conforto do meu lar, meu trabalho, minha familia, meus amigos.... enfim, tudo que tenho, pra arriscar viver com alguém que eu nem sei se daria certo???

Humm...
Ontem foi nosso primeiro dia dos Namorados.
Almoçamos juntos, passeamos na beira do rio... Comemos picolé de chocolate. Trocamos beijos e juras de amor eterno....

Clichê?
É... Pode ser. Mas aqueles que já experimentaram algo assim, vão concordar comigo:
Nada substitiu o fato de passar o dia com quem se ama.

E para todos os outros: Feliz dia dos namorados....

quarta-feira, 28 de abril de 2010

IDENTIDADE

Depois então me deu uma preguiça
meus mitos estavam todos superados
não gosto da ingenuidade das pessoas
e o comodismo delas me exaspera
tenho vinte e tantos anos e nenhum ídolo
mas procuro ainda entre as mesas da cidade
um olhar um pouco mais feroz, alguém
um indício de um paralelo clandestino
um universo duvidoso, que não se possa supor.

Talvez entre os que tramam, os que conspiram
entre as pessoas mais secretas do planeta
luzes íntimas, sótãos, desvios
talvez os sussurram para os livros
os que fabricam substâncias, os que se permitem
talvez os que ambíguos ameaçam
entre os mais loucos, os obsessivos, os fascinados por alguma coisa.

Acredito nisso: no fascínio
na doentia obstinação
na paixão mais absurda
que nos torna transparentes para nós mesmos
para os outros eternamente impenetráveis.

Bruna Lombardi

terça-feira, 27 de abril de 2010

" Como numa orgia, como num vício, como numa tara, como num inconfessável ritual sadomasoquista, ela entregava-se aos blues amargos, cafés fortes, tabacos lentos... Ainda à procura da grande história."

Caio Fernando Abreu

terça-feira, 20 de abril de 2010

Mais do que a mim



Momento muito "Ana Carolina" esta semana...
Dia cinza.
Como meu humor.
To doente, sem grana, sem nada pra fazer. Cúmulo do tédio. Não é por isso que vim escrever aqui. Escrever é apenas uma forma de exteriorizar essa mescla des sentimentos conflitantes que eu tenho.
Porque nem sempre eu digo tudo que penso ou eu penso em tudo que digo, mas de qualquer forma, eu sempre sinto tudo de todas as formas possíveis.

Isso é também um pouco de saudade.... Ahhh André, volta logo antes que eu verdadeiramente enlouqueça! Só você sabe o jeito exato de me acalmar!

Boa terça cinzenta para todos!
Mesmo se o dia estiver azul.

segunda-feira, 19 de abril de 2010




" Exagerada toda a vida: minhas paixões são ardentes; minhas  dores de cotovelo, de querer morrer. Louca do tipo desvairada, briguenta de to de mal para sempre. Durmo treze horas seguidas; meus amigos são semi-irmãos, meus amores são para sempre. E meus dramas, mexicanos. "


Gєnтє virтυσsα dємαis мє dєsαgrαdα.
Prєfirσ σs iмρєrfєiтσs.
Gσsтσ dαqυєlєs qυє lυтαм ραrα nãσ єnlσυqυєcєr.
Prєcisσ dαqυєlєs qυє тêм мєdσ, ε αindα qυє dє ρєrnαs bαмbαs, sєgυєм.
Sσnнσ cσм αqυєlєs qυє тrαzєм α єsρєrαnçα ρσr υм fiσ.
λqυєlєs qυє nãσ sαbєм rєzαr.
λqυєlєs qυє sє ρєrdєrαм dє si ρróρriσs.
Aραixσnσ-мє ρσr αqυєlα gєnтє qυє тrαz υм σlнαr ρєrdidσ, cσмσ qυєм sє ρrєραrα ραrα dαr αdєυs.
Nєcєssiтσ dє gєnтє cυjα bσcα тєnнα bєijαdσ тαnтαs συтrαs, qυє já ρєrdєυ αs cσnтαs.
Nãσ ρσr υм siмρlєs cαρricнσ sєxυαl συ υмα ρrσмiscυidαdє sєм ρσєsiα, мαs ρσr nєcєssidαdє dє мαis vidα.
Prєfirσ gєnтє qυє υм diα тrєρα, nσ συтrσ fσdє є nσ тєrcєirσ fαz αмσr.
Gσsтσ dє gєnтє qυє єrrα тαnтσ, qυє cσnsєgυє συsαr sєм nєυrα.
Prєcisσ dє gєnтє qυє αмα є σdєiα; ρσrqυє dє indifєrєnтєs σ мυndσ jά єsтά cнєiσ.
Vibrσ cσм gєnтє qυє nãσ αcєiтα dєsrєsρєiтσ.
Ansєiσ ρσr gєnтє qυє vαi ραrα αs rυαs, qυє тσмα тαρα nα cαrα є nãσ dά α συтrα fαcє.
Gєnтє qυє nυм diα dєsisтє є nσ συтrσ тєм fé.
Aмσ gєnтє qυє αмα sєм sє iмρσrтαr cσм σ gênєrσ. Gєnтє qυє sαlvα dєscσnнєcidσs.
Gєnтє qυє єnxєrgα σndє σs σlнσs jά nᾶσ ρσdєм vєr.
Rєαlмєnтє єυ ρrєcisσ dє gєnтє iмρrєcisα.
Pσrqυє α iмρєrfєiçãσ é ρєrfєiтα, dєnтrσ dσ qυє sє ρrσρõє.
" .... Não vou pedir a porta aberta é como olhar pra trás ...
Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz ... Não vou roubar teu tempo eu já roubei demais"


Faz tempo que não apareço poraqui.
Não porque não tenho nada a escrever, pois cada dia eu leio e vejo coisas lindas, diferentes, emocionantes. Pelo menos, pra mim.
Acho que, um pouco foi preguiça. Outro pouco foram problemas.

" ... Eu tranco a porta pra todas as mentiras... E a verdade também está lá fora..."

Mas hoje existe em mim uma necessidade gritante de falar sobre tudo! Sobre vida, sobre pessoas, sobre amores e sobre o descaso.
Uma sensação desconfortável.
E ele, o descaso, está em qualquer lugar.


Seja um amigo que esquece uma data importante. O chefe que não valoriza o seu trabalho, sabe aquele que levou horas para ficar pronto e que você deu tudo de si, o seu melhor e ... foi para num canto da mesa ou fundo de uma gaveta.
O descaso daquele que você ama.

" Vou bater na sua porta de noite, completamente nua ... Quem sabe então assim
Você repara em mim."


Bobagem dizer que estes fatos não importam, não é mesmo? No fundo, a gente espera do outro, ou outros, aquilo que damos, ou que achamos que damos. Impossível não esperar. Somos humanos. E tudo que queremos é um afago de vez enquando. Em carinho. Uma palavra doce. Um ombro amigo pra chorar...
Não faço sentido pra você?
rs

E vi, li, ouvi muitas coisas neste tempo que fiquei longe daqui. E senti muitas coisas também... Algumas eu confesso, não gostaria de ter sentido... E outras nem fazem mais sentido.

Deixa assim!

" Eu quero te roubar pra mim
Eu que não sei pedir nada
Meu caminho é meio perdido
Mas que perder seja o melhor destino
Agora não vou mais mudar
Minha procura por si só
Já era o que eu queria achar
Quando você chama meu nome
Eu que também não sei aonde estou
Pra mim que tudo era saudade
Agora seja lá o que for

Eu só quero saber em qual rua a minha vida vai encostar na tua
Eu só quero saber em qual rua a minha vida vai encostar na tua ..."


E bom estar de volta.
Just it!

trilha sonora... Ana Carolina...

quinta-feira, 18 de março de 2010

Os melhores dias da minha vida. Nunca fui tão feliz... Nunca....
Te amo!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Ele chega dia 11
Para ficar até dia 16
To cheia de medo, mas blz
Depois eu falo

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade."


Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 26 de janeiro de 2010


"Ah o amor... que nasce não sei onde, vem não sei como e dói não sei porque..."


Carlos Drummond de Andrade


"O verdadeiro amor nunca se desgasta.
Quanto mais se dá, mais se tem. "

Antoine de Saint-Exupéry

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Ela chorava e ele ria.
Ela falava e ele não ouvia.
Ela sofria, ele nem ligava.
Ele mentia, ela acreditava.
Ela o esperava, ele não voltava.
Ela sorria para ele, ele ria dela.
Ela queria coisa séria, ele só queria se divertir.
Ela acreditava em tudo que ele dizia, ele dizia o mesmo pra todas outras.
Ela queria pra sempre, ele só por um momento.
Ela se entregava, ele evitava.

Ela falava: eu te amo, ele apenas respondia da boca pra fora.
Ela procurava o príncipe, ele procurava a próxima.
Ela O queria, ele queria uma.
Ela ficava por conteúdo e sentimento, ele ficava por quantidade...

Ele descobriu que ela era única, ela descobriu que ele era apenas mais um...


[ Créditos = Etoile ]

Hora de... dormir [???]

domingo, 24 de janeiro de 2010


Não precisamos de palavras

Melhor que uma ruiva...


Só mesmo duas... rs
E eu deixei de valorizar o que é superficial.
Não que, algumas poucas vezes, não ceda a tentação de algo fútil. Mas agora tô mais seletiva. O fato é que, sei hoje o que quero.Posso mudar?? Sim, posso. Meu direito.
E, não me interesso no que você pensa.

Para André, Eduarda, Marjorie e Roberta


" Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo."

Antoine de Saint-Exupéry



Y agam i ﮚ diz:

te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...te amo...
De uns tempos pra cá, nossas conversas têm sido melhores. Vejo um certo amadurecimento. Seu e meu. O ciúmes ainda é o mesmo. E nos corrói, muitas vezes. A gente ainda briga. Quebra pratos.

Gosto quando ele diz " Hoje vou dormir no sofá!"
É o máximo de castigo que a gente se impõe.
Porque aprendemos a parar de mandar o outro embora.
Aprendemos a valorizar o tempo juntos. Ele é pouco, que não vale a pena ficar de briga.

Ontem, nos nossos longos telefonemas de finais de semana, senti pela voz dele [ e sim, pode parecer idiota, mas conheço as entonações da sua voz] que algo, de repente, não ia bem.
Novamente o ciúmes. " Gostaria que você não tivesse tido outros... " Na hora pensei: Impossível!
Romântico, lindo... mas impossível. O que eu diria? " Eu também gostaria, mas não podemos mudar o que se passou. Não lamento pelo meu corpo, mas sim , pelo meu coração... Você merecia um coração sem marcas..."
Mas hoje ouvi algo que diz tudo. É assim:

"... Não se prenda
A sentimentos antigos
Tudo que se foi vivido
Me preparou pra você
Não se ofenda
Com meus amores de antes
Todos tornaram-se ponte
Pra que eu chegasse a você..."
" ...Seus pés me abrem o caminho.
Eu sigo e nunca me sinto só."

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

terça-feira, 19 de janeiro de 2010


Para que vieste
Na minha janela
meter o nariz?
Se foi por um verso
Não sou mais poeta
Ando tão feliz!
se é para um prosa
Não sou Anchieta
Nem venho de Assis.
Deixa-te de histórias
Some-te daqui!

Vinícius de Morais

"Foi quando entendi que havia essa vida toda por trás das coisas, e essa incrível força benevolente, que dizia pra eu não ter medo.
Às vezes eu sinto que há tanta beleza no mundo...
E eu não posso resistir... E meu coração parece que vai sucumbir".
(Beleza Americana)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010


“Mentir é a coisa mais divertida que uma garota pode fazer sem tirar a roupa.”

ATENÇÃO²

UTILIDADE PÚBLICA. PARTICIPEM

SERÁ VOTADO EM MARÇO...

Dê também o seu apoio a este Excelente projeto de Lei - A União vai fazer a Força -

CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA de: R$ 40,37 (residencial) e R$ 56,08 (comercial)

Quando se trata do interesse da população, nada é divulgado.

COMO PROCEDER: Ligue 0800-619619.

Ouça o menu, aperte 1 e espere a opção eletrônica. Digite 1 novamente, que é para votar a favor do cancelamento da taxa de telefone fixo.

O Projeto de Lei é o de n.º 5476/2001.

Esse tipo de assunto NÃO é veiculado na TV ou no rádio, porque eles não têm interesse e não estão preocupados com isso. Então nós é que temos de correr atrás, afinal quem paga somos nós!
O telefone a ser discado (0800-619619, de segunda à sexta-feira das 08 às 20h00) é da Câmara dos Deputados Federal.

Passe para frente esta mensagem para o maior número possível.

LIGUE: 0800-619619. Vamos divulgar.

Entrando em vigor esta lei, você só pagará pelas ligações efetuadas, acabando com esse roubo que é a assinatura mensal. Este projeto está tramitando na 'COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR', na Câmara.

Quantos mais ligarem, maior a chance.

O BRASIL AGRADECE!

Não adianta a gente ficar só reclamando.

Quando podemos, devemos tomar alguma atitude...